A pele do edifício
Pele de vidro, ripado e ACM para residências, comércio e edifícios. Projeto, fabricação e instalação próprias, de Goiânia para todo o Centro-Oeste.

Três formas de revestir

Pele de vidro
Estrutura oculta atrás do vidro: de fora, o prédio se lê como superfície contínua, sem a grelha de perfis que denuncia cada pavimento. Em stick ou unitizado, conforme o porte da obra.
Indicado para
Edifícios comerciais e residenciais de alto padrão.

Ripado e muxarabi
Filtra sem fechar — passa luz e ar, barra o sol direto e o olhar de fora. Com acabamento efeito madeira 3D, entrega a leitura da madeira sem o ciclo de lixamento e verniz que o sol de Goiás exige.
Indicado para
Fachadas residenciais, portões, áreas externas e quebra-sol.
ACM — alumínio composto
Painéis que aceitam grandes planos sem ondular, com acabamento uniforme e paleta ampla. É o material que resolve superfícies extensas onde o vidro não cabe e a pintura não dura.
Indicado para
Retrofit comercial, testeiras e volumes cegos.
Sol antes de estética
Goiás tem incidência solar alta o ano inteiro. Uma fachada muito envidraçada sem controle solar transforma o prédio numa estufa e joga o custo para a conta de ar-condicionado — normalmente um custo maior, ao longo da vida do edifício, do que a diferença entre um vidro comum e um de controle solar.
Por isso a especificação muda conforme a orientação de cada face. A fachada oeste, que recebe o sol da tarde, quase sempre pede sombreamento antes do vidro: brise ou ripado resolvem o ganho térmico onde película nenhuma aplicada depois consegue.
Traga o projeto
Fachada é decisão de projeto, não de acabamento. Quanto mais cedo entrarmos, mais soluções continuam possíveis.


